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Comunidade de Leitores | Novembro

 

A Comunidade de leitores da Biblioteca Municipal de Alpiarça pretende promover e consolidar os hábitos de leitura junto da comunidade alpiarcense, oferecendo um espaço/momento de convívio entre aqueles que gostam do livro e da leitura, em que possam partilhar as suas experiências como leitores. Que este constitua um bom momento de conversa, informal, na (re)descoberta de determinado texto ou tema proposto para debate. Que o olhar do outro sirva de contraponto, seja um outro olhar, que ofereça ao grupo a oportunidade de partilha de opiniões e de afetos, que crie e fortaleça o sentimento de pertença a esta Comunidade de Leitores que tem na cultura, no livro e na leitura uma paixão comum.

O tema base que propomos para este ciclo de encontros é “O romance hstórico”, que será sempre uma Viagem Inacabada à volta das nossas leituras. 

 
 
Participe, as inscrições encontram-se abertas. Podem-se efetuar on-line aqui, via e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou presencialmente na nossa Biblioteca Municipal. 
 
Os encontros da Comunidade de Leitores realizar-se-ão uma vez por mês, salvo casos pontuais que justifiquem outra periodicidade.
 
O 2º encontro terá lugar no dia 24 de novembro de 2018, pelas 17h00, na Biblioteca Municipal. 
 
Desta feita a nossa viagem terá como mote o livro  "O Tesouro da Sé" de Manuel Luís Bárbara.
 
Existem livros disponíveis para empréstimo domiciliário a quem esteja interessado em participar na Comunidade de Leitores.

 
Na série “contrabandistas do tempo“ a aventura de “O Tesouro da Sé” relata o trajeto que o tesouro da Real Colegiada da Alcáçova de Santarém faz até ser guardado a bom recato na Sé de Évora.
 
O Cabido da Colegiada decidiu levar o tesouro para fora de Santarém, porque a cidade estava ameaçada pelas tropas napoleónicas. Mas, pelo caminho, as coisas ainda se vão pôr mais arriscadas. Para o historiador António Luís, o desafio é saber em que sítio é que o tesouro ficou oculto. Para isso tem que se projetar no tempo, agora para o mês de julho de 1908, o temponauta vai ter a ajuda preciosa de uma esposa, Joana, que se revela uma exímia esgrimista. O contexto é, principalmente, o da cidade de Évora nos três dias que as tropas francesas do “Maneta” ocupara e saquearam a cidade, em 29, 30 e 31 de julho de 1808. 
 
Nasci em Évora no ano de 1947, chamo-me Manuel Luís Cruz Bárbara. 
 
Em Évora fiz a escola primária e o Curso Geral do Comércio. Aos dezassete anos fixei-me em Almeirim, cumprir o serviço militar como Furriel em Angola. Ingressei no curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa em 1972/73, tendo concluído o curso em 1978.
 
Profissionalmente trabalhei no então Serviço Nacional de Emprego, (hoje IEFP) passando depois pela atividade seguradora e pelo Ministério da Saúde. Entretanto tinha efetuado o Curso de Estudos Superiores Especializados em Marketing e Consumo, na Escola Superior de Gestão de Santarém. Fiz o Mestrado em Ciências da Educação, área da Formação de Adultos, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, no ano de 2001.
Nos últimos anos dediquei-me à formação profissional, tendo ministrado mais de mil horas de formação na área de “Formação de Formadores”, em que me especializei.
 
Resido no Frade de Baixo, pequeno lugar do Concelho e Freguesia de Alpiarça.



Comunidade de Leitores
 
Neste segundo encontro desta nossa Viagem Inacabada, Dr. Manuel Luís Bárbara esteve à conversa connosco. Um fim de tarde bem passado à volta das nossas leituras do seu livro "O Tesouro da Sé". Este eborense, que escolheu Alpiarça para viver, partilhou connosco a sua experiência como autor de um romance histórico, desde os meandros da investigação na procura da necessária consistência dos factos históricos, aos esquemas (plantas) produzidos para a descrição dos espaços onde decorre a narrativa. Depois, a criatividade do autor, bem marcante em Luís Bárbara com a máquina "T", nanomáquinas e muitas outras invenções do Dr. João para ajudar os viajantes no tempo a sobreviver nos ambientes hostis dos séculos passados. 
Foi uma viagem fantástica a Évora e às invasões napoleónicas em 1807/1808. E - descobrimos nós - algo autobiográfico na obra, que culminou na promessa do autor nos cozinhar uma “Massa à Barrão Especial” para um almoço ou jantar a realizar “entre nós”.
 
Muito obrigado Dr. Manuel Luís Bárbara, bem haja!
 
Voltamos em janeiro com a "Marquesa da Alorna", de Maria João Lopo de Carvalho.

Fotos: