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“Conto-vos um conto..., contem-nos um também!” | ON-LINE

 
 
Pelo grupo de risco que representam no contexto da atual pandemia, percebemos que os nossos amigos, utentes das IPSS  Fundação José Relvas e ARPICA, dificilmente nos poderão voltar a visitar-nos nos próximos meses. Como já temos saudades uns dos outros...porque não experimentarmos este projecto no “digital”?
 
Agora confinados, sem nos poderem visitar, vai a Biblioteca ao seu encontro!
 
Decidimos por mãos à obra, criámos as condições técnicas de parte a parte e, uma vez por semana, estaremos ligados on-line, via Skype. Não será a mesma coisa, claro, mas ainda assim esperamos que esta interactividade digital nos permita o retomar as belas histórias, as boas conversas e...matar saudades.
 





 "Conto-vos um conto, contem-nos um também!" On-Line

9 de julho


Hoje à tarde voltámos à boa companhia (virtual) dos nossos amigos, utentes da ARPICA. A contadora trouxe-nos a história "O Homem da gaita " com autoria do saudoso Zeca Afonso e que Rui Pedro Lourenço converteu num belo livro ilustrado.

Com a surpresa da visita da senhora Vereadora da Cultura, que quis partilhar o momento connosco, a história decorreu de forma bem   animada e terminou da melhor forma possível: a cantar Zeca Afonso, com um final feliz “vai de folia vai de folia, que há sete anos me não mexia" E assim nos despedimos dos nossos amigos com um abraço virtual, desejando que fiquem bem! Até à próxima!


28 de maio
 

No final falámos um pouco das dificuldades de Desta feita em dias diferentes, na quinta e sexta-feira, em duas belas tarde de sol, voltámos à companhia dos nossos amigos, utentes da ARPICA e Fundação José Relvas. Apesar de ainda estarmos "à distância" procurámos renovar o ambiente, torná-lo mais fresquinho, tendo como pano de fundo o jardim da Biblioteca, relembrando as visitas que os nossos amigos faziam ao local.       
Foi com a história tradicional "Aquilo que o velhote faz está sempre certo!", que a nossa contadora de histórias relembrou valores de sempre: a gentileza, a bondade, o ser solidário, o ser generoso, o ajudar o próximo apesar de se ser muito pobre. Foi assim que o Joaquim deu uma lição aos mais ricos ao trocar o cavalo por um saco cheio de maças podres, que muito satisfez um casal de camponeses que delas fez brotar um belo pomar.outrora no lidar a terra, das sementeiras.  Até à próxima amigos, fiquem bem!


 



29 de abril


Felizmente já vamos desconfinando, mas ainda sem a possibilidade de estarmos juntos, presencialmente, no espaço da Biblioteca Municipal, como “antigamente”. E assim vamos continuando com esta nossa atividade on-line, na companhia virtual dos nossos amigos, utentes das IPSS, Fundação José Relvas e ARPICA.  

Uma vez mais a contadora de histórias trouxe-nos duas belas fábulas, de Esopo e La Fontaine. Na primeira, "O leão e os quatro touros”, o leão espalhou uma mentira entre os animais da floresta, que passou de boca em boca, tornando-se a sua verdade. O que resultou num final nada agradável, tal como muitas vezes acontece nas nossas vidas. Na segunda, "A cotovia e os cinco filhos”, a cotovia, humildemente, seguiu os conselhos dos filhos o que acabou por salvá-los a todos. Duas lições de vida, que se aplicam ao nosso dia-a-dia. No final, a contadora, para surpresa de todos, brindou as Mães que estavam presentes com cantigas dos seus tempos. Cantigas acabadas, fizeram-se as despedidas com um grande abraço virtual, desejando a todos muita saúde. Até breve amigos, e... FELIZ DIA DA MÃE que é já no próximo domingo, fiquem bem!





15 de abril

Na tarde de ontem, voltámos a ter a companhia (a possível, à distância) dos nossos amigos, utentes da ARPICA e Fundação José Relvas, com algumas surpresas pelo meio. Desta feita a contadora de histórias trouxe para o nosso palco virtual a fábula “Duas Mulas”. Uma história divertida que nos dá uma boa lição! Nem sempre os valores que pensamos serem os mais importantes o são. Como disse a mula mais velha: “Pois.  É a vida…”. Depois do conto contado tivemos à conversa com os nossos amigos. O uso das mulas no antigamente, da sua utilidade nos trabalhos, no transporte, dos seus caprichos... Até próxima amigos, fiquem bem!





13 de abril

Ontem à tarde, voltámos a ter a boa companhia virtual dos nossos amigos, utentes das IPSS Fundação José Relvas e ARPICA, já com a justa esperança de que o pior já passou, e que lá para o final do verão poderemos voltar a estar ao pé uns dos outros. A contadora escolheu a história “O pescador e a mulher” dos irmãos Grimm . Na sua vida difícil, no meio de muita pobreza, em que o sustento era a pesca, a sua mulher era uma insatisfeita por não conhecia a felicidade. Quando o pescador trazia 2 peixes, ela perguntava por que não trouxeste 3 peixes??. Se ele oferecia fruta, ela reclamava! etc. etc.  O pescador perguntou-lhe “Querida, o que te faz feliz??”, “Ter um Palácio, ser Rainha, ser Toda Poderosa!!”. Então, um peixe mágico, amigo do pescador, tratou de satisfazer todos os desejos da sua mulher. Ainda assim, nada a saciava!! O último desejo foi do próprio pescador: que a sua mulher fosse feliz! Então a mulher percebeu que a felicidade não reside nas grandezas, mas sim nas coisas mais simples da vida, como o amor Despois desta bela história, houve quem quisesse cantar e dançar!! E foi assim que nos despedimos dos nossos amigos, fiquem bem, até à próxima!





8 de abril

Esta nossa iniciativa mantem-se no formato virtual, via Skype, e assim terá de continuar devido a esta pandemia que nos impede de voltarmos a encontramo-nos presencialmente. Apesar desta limitação continuamos com a atividade, com as contadoras a fazerem chegar as boas histórias fora de portas, hoje aos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas, tal como aconteceu com a ARPICA na semana passada. 
Desta vez a contadora escolheu três histórias, uma que faz parte da Antologia Tradicional Portuguesa e duas outras, fábulas de Esopo e La Fontaine. A primeira, bem animada e um pouco "apimentada", e as outras, duas lições de vida. Ouvidas as histórias foram feitas as despedidas, desejando a todos muita saúde. Até breve amigos, fiquem bem!

 

11 de março

Hoje, dia 11 de março, no Dia da Rede Nacional das Bibliotecas Públicas, tivemos um ”Conto-vos um Conto, contem-nos um também!” on-line especial com os nossos amigos do Lar e Centro de Dia da Fundação José Relvas. Inevitavelmente, abordamos a importância das Bibliotecas, dos seus serviços. A história contada “Maisy vai à Biblioteca” falou-nos sobre uma ratinha que adorava ir Biblioteca, escolher um bom livro e, num recanto sossegado e agradável, ler ou ver as suas imagens. Assim como o ratinho que requisitava um livro e ia sentar-se á sombra de uma árvore, no jardim, visualizando calmamente e desfrutando de uma boa leitura, que era o que mais adorava fazer nos seus tempos livres.  A Biblioteca Municipal de Alpiarça quis assim marcar o Dia da Rede Nacional das Bibliotecas Públicas, com as suas contadoras de histórias residentes, Ana Quinta e Vera Cavaca, com esta divertida história. Falou-se sobre o Dia, a importância das Bibliotecas, das Bibliotecas que existem em Alpiarça, a ofertas das mesmas para quem as procura e, em tempos de pandemia, a sua especial importância. Recordámos a Biblioteca Itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian que nos visitava uma vez por por mês. Até breve amigos, fiquem bem!
 



19 de fevereiro

Desta feita a contadora de histórias levou (virtualmente, via Skype) até aos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA, uma lenga-lenga: o “Tranglomanglo”. 

Numa casinha modesta onde morava a avó Maria e as suas três netas (Maria Pequena, Maria do meio e a Maria crescida) e um…Tranglomanglo, escondido. Um dia ouve-se uma voz terrível que mais parecia vir das profundezas da terra “Maria pequena não queiras descer, sou o Tranglomanglo e vou-te comer!!” E assim também assustou e acabou por comer todas as  três irmãs!!! E queria também comer a formiga. Mas a formiga rabiga, espertalhona, não era como as três Marias que entretanto já estavam dentro da barriga do Tranglumanglo. Esta deu-lhe tamanha picada na barriga, rebentando-a e salvando-as a todas. Para acalmar e desejar um bom sono, a avó Maria contou às três netas a lenga-lenga:  Minha mãe teve dez filhas/ todas dez dentro de um pote/ deu o tranglomanglo nelas, e não ficaram senão nove[…] E vitória, vitória acabou-se a nossa história. Até à próxima amigos, fiquem bem, protejam-se!


21 de Janeiro

Esta tarde regressámos à companhia (virtual, via Skype) com os nossos amigos da ARPICA para mais um "Conto-vos um Conto, contem-nos um também!". Que saudades daquelas boas tardes de convívio na Biblioteca Municipal..., mas a pandemia não nos está a dar tréguas, resta-nos esta alternativa.  

“Os versos com gatos”, de José Jorge Letria, foi a história escolhida pela contadora. Uns pretos, outros brancos e malhados, amarelos, cinzentos, persas, siameses e muitos mais. Animais muito independentes, como bem sabemos, mas bons companheiros. Feita a pergunta se tinham ou tiveram gatos e os seus nomes, poucos responderam. Afinal, o cão era o animal de companhia que eles mais tinham ou tiveram, e davam-lhes nomes bem divertidos. Entretanto, contaram uma ou outra peripécia e foram feitas as despedidas com um abracinho virtual, ficando a promessa que voltaremos em breve!  


 


11 de Dezembro 

Ontem, foi com o dia frio e chuvoso e com espírito natalício a invadir-nos, que tivemos mais um "Conto-vos um conto, contem-nos um também!" na companhia virtual (assim a pandemia nos obriga...) dos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA.

Pela voz da contadora de histórias, desta feita iniciámos com umas belas canções de Natal, seguindo-se a história “O ratinho atrevido" que nos falou sobre uma amizade improvável entre um ratinho e uma menina, que aconteceu antes do Dia de Natal. Ambos relembraram os natais passados em família em suas casas, os comeres que preparavam e os doces tradicionais como, por exemplo, os velhoses, os cuscuroes, rabanadas, arroz doce, broas e o belo café das borras, quentinho, que aquece os nossos corações. Para terminar, a equipa da Biblioteca, desejou a todos um Feliz e Santo Natal, com muita saúde, paz e amor e que estes tempos difíceis comecem a aliviar rapidamente. Cuidem-se e... FELIZ NATAL.


 



03 de Dezembro 

“À procura de ontem” foi o livro que trouxe o mote à nossa contadora de histórias para mais um “Conto-vos um conto, contem-nos um também!” com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas. Desta bela história de um menino, como todos os outros meninos, que depois de viverem momentos fantásticos querem regressar ao passado, fica o conselho do avô de que é importante é saber viver o hoje, “porquê ir à procura de ontem, quando podes ser feliz aqui…HOJE!” No instante seguinte os nossos amigos viajaram no tempo e recordaram alguns desses momentos de felicidade nos tempos de infância e foram várias as situações que partilharam connosco. Obrigado a todos, extensivo à animadora Filipa Santos pela sua disponibilidade em estar connosco! Até próxima, protejam-se!


 



12 de novembro

"Dá-me um Abraço" foi a história que nos fala de um afecto que, infelizmente, nos tempos que correm não podemos partilhar com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA,. E foi esta circunstância, a falta dos abraços,  que nos “agarrou” virtualmente à história . 

Piquinhos era um ouriço muito simpático e a única coisa no mundo que gostava de ter dos amigos, era um abraço. Mas como ele tinha muitos picos, ninguém se queria aproximar e isso deixava-o triste. Percorreu meio mundo, chegou até a falar com o Cristiano Ronaldo (!!!), mas todos continuavam a recusar-lhe um abraço. Até que surgiu o Bocarra, um crocodilo muito simpático, e abraçaram-se   Desde aí ficaram grandes amigos, aceitando as suas diferenças, .Para terminar em beleza foi partilhada a linda canção de Miguel Gameiro "Dá-me um Abraço". E foram muitos os possíveis abraços e beijos virtuais. Até breve amigos, fiquem bem!





02 de Novembro 

Por razões técnicas só agora partilhamos convosco mais um momento de contação que aconteceu na companhia virtual dos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e ARPICA, na passada quinta-feira.  Foi com o livro "O sapo e o vasto mundo” que a contadora de histórias nos levou a refletir sobre o significado da amizade e da palavra "Saudade"... saudades das pessoas, das coisas e dos lugares; das viagens, dos passeios que se fizeram (e ainda fazem!) e de quando nos ausentamos e queremos sempre voltar à nossa querida terra. Lembrámos do “levar o farnel”, nos passeios ou viagens e os nossos amigos logo se prontificaram a falar dessas recordações. Para encerrar a nossa atividade, tivemos a visita surpresa da Sr.ª Vereadora da Cultura, Casimira Alves, que desejou um dia feliz para todos! Até à próxima, fiquem bem, protejam-se!




23 de Outubro

Apresentou-se a contadora de livro e carta na mão aos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas. Carta essa que trazia uma bela história de amor a ser contada. “Viste um leão?”.
Uma rã, percorrendo os caminhos na floresta tudo fez para entregar a carta a um leão muito especial. Encontrou pelo caminho macacos, lebres, zebras e muitos outros animais na selva, “Rabet! Rabet! Rabet!” ia chamando a rã com a ajuda dos nossos amigos, quando encontrou a girafa (muito alta) que lhe deu a pista correta. A carta foi entregue a um leão muito triste. Ao lê-la tomou coragem e juntou-se à sua amada leoa. Reza a história, que “por serem sagrados, nenhum podia ser caçado!!”. E vitória, vitória, acabou a história. Até breve amigos, fiquem bem, protejam-se!  




15 de Outubro 

"Conto-vos um conto, contem-nos um também!" On-Line
Com o livro “Avô, conta outra vez” a contadora de histórias levou-nos a mais uma viagem no tempo, em que os nossos amigos, utentes da ARPICA, contavam histórias aos seus filhos e netos, muitas vezes para relembrar também a sua própria infância. Esta é uma bela história, de versos simples, ritmados e rimados, da dupla autoria fantástica, pai e filho, José e André Letria. Apesar de virtual, foi um bonito momento de contação onde foi lembrado o valor da palavra e da ternura que é capaz de unir gerações: pais, filhos e netos. A contadora/cantadora terminou com uma cantiga dos tempos de juventude dos nossos amigos, que muito os alegrou. Depois foram as despedidas, sendo que na próxima semana cá estaremos para mais uma bela partilha! Cuidem-se, protejam-se e...até breve!!





9 de Outubro 

Foi assim com “A Melrita” que iniciámos mais um “Conto-vos um conto…contem-nos um também” On-Line desta feita com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas. 
A dita raposa usou todas as artimanhas para levar a Melrita ao engano, para que ela lhe desse os seus filhotes a comer. Para amenizar a dor da perda de cada filho, Melrita foi entoando, tristemente, com a ajuda dos nossos amigos, diversas canções. Até que apareceu o Alcaravão que resolveu a situação! “Alcaravão comi !” (disse a raposa) a que respondeu “A outro tonto, mas não a mim!!!!”(disse o alcaravão) “E vitória, vitória, acabou-se a história!” Fiquem bem amigos, até breve!    




24 de Setembro de 2020
 
Ontem, quinta-feira, via Skype, voltámos à companhia virtual (a pandemia assim o obriga) dos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA. A contadora de histórias trouxe-nos os “Contos do Arco da Velha” mais propriamente “O Caldo da Pedra”, que nos conta como surgiu a Sopa da Pedra,  na nossa vizinha Almeirim. O Frade ao andar de porta em porta à procura de comida, deparou-se com a casa de um lavrador (muito fuinha e agarrado...). Depois de muita conversa lá convenceu o lavrador a fazerem uma sopa a partir de uma pedra e água ao lume. O Frade (espertalhão!), cantarolando - com a ajuda dos nossos amigos - foi pedindo um pedacinho de toucinho, de chouriço, de franheira, de batata, de feijão e juntando ao caldo. Saiu um bela Sopa da Pedra que encheu a barriga ao Frade. O Lavrador pergunta: senhor Frade e a pedra?, não a come??. Responde o Frade: A pedra vai comigo, vai servir de novo para matar a fome!! E assim chegou ao fim esta história, que nos trouxe à memória muitas das dificuldades que nós ribatejanos passámos noutros tempos, em que matar a fome com o que havia à mão era a prioridade. Até breve





11 de Setembro

Desta feita, de “Lobo pela trela”, a contadora de histórias levou até aos nossos amigos, utentes das IPSS, Fundação José Relvas e ARPICA, mais uma bela história em que os animais protagonizaram vivências que lhes são familiares. O Osvaldo, o melhor agricultor da região, que pretendia vender na feira a sua melhor ovelha e as suas melhores couves repolhudas, depara-se com vários problemas ao encontrar um lobo faminto pelo caminho, entres os quais atravessar o rio, mas como??? Foi um grande dilema!! Todos os utentes tentaram encontrar uma solução para ajudar o Osvaldo a concretizar a travessia sem que o lobo fizesse das suas. Surgiram várias alternativas para o final da história e todas elas levaram a que se encontrasse uma solução para dilema. História contada, história acabada, e foi assim a rimar que nos despedimos dos nossos amigos, até à próxima, fiquem bem!!
 
4 de Setembro

Os dias continuam muito quentes, mas nada nos demoveu de estarmos de novo (via Skype) com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA, levando até eles histórias de encantar, para contar e…cantar. Desta feita a contadora de histórias trouxe-nos um livro muito especial: "O Homem da Gaita", um texto do nosso grande Zeca Afonso, fantasticamente ilustrado por João Lourenço. O som que saía daquela gaita de foles deixava as pessoas, como por magia, alegres e felizes e que ninguém lhe conseguia resistir “Vá de folia, vá folia, que há sete anos me não mexia". O final não podia ter terminado de melhor forma: ao som de acordeão do sr. Flausino (gravado), a contadora cantou a canção que serviu de mote a esta história, com a ajuda dos nossos amigos. Foi mais um belo momento de alegria e salutar convívio entre todos. Mais uma vez, muito obrigado! Cuidem-se e protejam-se,  até breve!





28 de Agosto 

Desta feita aconteceu em dois dias distintos, ontem com os nossos amigos, utentes da ARPICA, hoje com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas. Apesar da "virtualidade", estes foram mais dois bons momentos de convívio. Pegando no livro “Alto! O burro deu um salto” a contadora de histórias contou-nos a história de um velho burro que ficou muito irritado quando duas crianças lhe disseram “A pensar, morreu um burro!”. Por mais que lhe explicassem que era um provérbio e que um provérbio é um ditado popular, ele não ficou convencido e partiu em busca do significado. Foi encontrando pelo caminho outros animais que, não sabendo a resposta, o vão baralhando ainda mais com provérbios deles próprios. Valeu o cavalo para o convencer! No fim da história os nossos amigos da ARPICA e da Fundação acrescentaram ainda um boa quantidade de provérbios, afinal "Quem conta um conto, acrescenta um ponto!". Até à próxima, fiquem bem!



 
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