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“Conto-vos um conto..., contem-nos um também!” | ON-LINE

 
 
Pelo grupo de risco que representam no contexto da atual pandemia, percebemos que os nossos amigos, utentes das IPSS  Fundação José Relvas e ARPICA, dificilmente nos poderão voltar a visitar-nos nos próximos meses. Como já temos saudades uns dos outros...porque não experimentarmos este projecto no “digital”?
 
Agora confinados, sem nos poderem visitar, vai a Biblioteca ao seu encontro!
 
Decidimos por mãos à obra, criámos as condições técnicas de parte a parte e, uma vez por semana, estaremos ligados on-line, via Skype. Não será a mesma coisa, claro, mas ainda assim esperamos que esta interactividade digital nos permita o retomar as belas histórias, as boas conversas e...matar saudades.
 





 "Conto-vos um conto, contem-nos um também!" On-Line

9 de Outubro 


Foi assim com “A Melrita” que iniciámos mais um “Conto-vos um conto…contem-nos um também” On-Line desta feita com os nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas. 
A dita raposa usou todas as artimanhas para levar a Melrita ao engano, para que ela lhe desse os seus filhotes a comer. Para amenizar a dor da perda de cada filho, Melrita foi entoando, tristemente, com a ajuda dos nossos amigos, diversas canções. Até que apareceu o Alcaravão que resolveu a situação! “Alcaravão comi !” (disse a raposa) a que respondeu “A outro tonto, mas não a mim!!!!”(disse o alcaravão) “E vitória, vitória, acabou-se a história!” Fiquem bem amigos, até breve!    


 "Conto-vos um conto, contem-nos um também!" On-Line

24 de Setembro de 2020

 
Ontem, quinta-feira, via Skype, voltámos à companhia virtual (a pandemia assim o obriga) dos nossos amigos, utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA. A contadora de histórias trouxe-nos os “Contos do Arco da Velha” mais propriamente “O Caldo da Pedra”, que nos conta como surgiu a Sopa da Pedra,  na nossa vizinha Almeirim. O Frade ao andar de porta em porta à procura de comida, deparou-se com a casa de um lavrador (muito fuinha e agarrado...). Depois de muita conversa lá convenceu o lavrador a fazerem uma sopa a partir de uma pedra e água ao lume. O Frade (espertalhão!), cantarolando - com a ajuda dos nossos amigos - foi pedindo um pedacinho de toucinho, de chouriço, de franheira, de batata, de feijão e juntando ao caldo. Saiu um bela Sopa da Pedra que encheu a barriga ao Frade. O Lavrador pergunta: senhor Frade e a pedra?, não a come??. Responde o Frade: A pedra vai comigo, vai servir de novo para matar a fome!! E assim chegou ao fim esta história, que nos trouxe à memória muitas das dificuldades que nós ribatejanos passámos noutros tempos, em que matar a fome com o que havia à mão era a prioridade. Até breve

 
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