Conto-vos um conto..., contem-nos um também! | 2025

Fruto de experiências esporádicas anteriores, tivemos a perceção da importância de fazermos chegar, regularmente, atividades de animação da leitura, muito especialmente a arte de contar um conto, aos utentes das associações/instituições (IPSS) de apoio à 3ª idade existentes no concelho de Alpiarça, nomeadamente a Associação de Reformados e Pensionados do Concelho de Alpiarça (ARPICA) e a Fundação José Relvas. Assim, em estreita colaboração com as equipas de animação destas duas  entidades, passámos a oferecer atividades de animação da leitura aos seus utentes, no espaço da nossa Biblioteca Municipal ou, em alternativa, nos seus próprios espaços.
 
Esta iniciativa tem proporcionado, de parte a parte, fruto do salutar convívio entre todos os intervenientes, momentos muito especiais de partilha, pejados de cumplicidade e afetos. Depois, as contadoras de histórias procuram, elas próprias, entrar nas histórias de vida dos seus ouvidores, para que se avivem memórias, fazendo com que lhes contêm as suas histórias e outras também, registando-as nós para memória futura. Afinal:
 
“Conto-vos um conto, contem-nos um também!” - Contamos histórias e recolhemos memórias.

Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 17 de outubro | 2025
 
Nesta bela e assustadora história, existe uma avó que adora as suas três netinhas. Para mostrar o quando gosta delas decide fazer um lanche, que elas tanto adoram: 
um delicioso bolo e… pão com mel. 
 
Mas faltavam-lhe três ingredientes para tal, leite, ovos e farinha.
 A avó decidiu pedir ajuda às suas três netinhas. A sua dispensa ficava na adega e aí estava escondido o bicho Papão… que medo! 
A aventura assustadora começa quando o papão vai comendo tudo o que lhe aparecia na adega: as três netinhas, um batalhão de soldados, um exército, o homem do gás e a sua botija, só escapando a avó e uma formiga. 
 
No final um amigo improvável juntou-se a todos para uma enorme festa onde seria o amigo principal, o papão! 
Os nossos amigos reviveram histórias da sua infância onde os seus pais lhes falavam da figura do papão, para fazer com que comessem a sopa toda, ou alguma refeição que não gostassem nada. 
 
A contadora terminou estas boas partilhas e fez as despedidas fazendo o convite para mais momentos assim tão prazerosos. Até breve amigos!


Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 18 de setembro | 2025
 
Ontem, contámos com a presença dos nossos amigos utentes 
da Fundação José Relvas e da ARPICA.
A nossa contadora levou-os a recuar no tempo e a encontrar no seu baú de memórias muitas tradições de experiências vivenciadas através do conto 
 
“As Netas de Quebradas” de Hugo Sampaio com ilustrações de Bruna Apresentação.
Um conto sobre avós e netos, sobre memórias e vidas de outros tempos.
As "Netas" são tradição recuada bem antiga, mistura de farinha, fermento, água e abraços, de amor em forma de pão, numa cantiga que as avós cantam para estreitar os laços. 
 
Sempre que coziam o pão, guardavam o final da massa para fazer as "Netas" para oferecer aos mais pequenos e como diz a tradição 
"Neta que é neta tem de ter uma maminha"
No final os utentes abriram o coração e mergulharam no baú das suas memórias partilhando as recordações de infância, com lengalengas e histórias de mocidade, mostrando-nos como cada narrativa tem o poder de despertar emoções e trazer de volta momentos guardados no tempo.
 
No final participaram numa atividade tecnológica: 
Realidade aumentada com QuiverVision.
Estes encontros são mais que ouvir histórias — são um espaço de convivência, partilha e valorização da memória coletiva.


Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 12 de agosto | 2025
 
Com a tarde bem quente, apesar disso, os nossos amigos da ARPICA e da Fundação José Relvas, vieram até à Biblioteca para escutar mais uma história, mas a contadora ofereceu-lhes não uma, mas duas…e ambas muitas cantigas. O primeiro Conto tinha como título “Banzo o pássaro mágico”. Banzo era um pássaro bem diferente de muitos outros … outrora era um pássaro livre que sobrevoava por muitos países e muitos lugares maravilhosos pelo mundo fora e, de cada um desses lugares, Banzo ia guardando memórias do que por lá viveu. Um dia, Banzo foi aprisionado dentro de uma gaiola dourada e a partir daí, a sua vida mudou. Banzo começou a ficar triste e deixou de cantar. Dormia todo o dia e à noite acordava e lembrava todos esses lugares por onde passou e onde foi feliz.
 
 A sua voz fazia-se ouvir por toda a cidade deixando todos encantados com o seu trinar e aí sentia-se de novo feliz e fazia com que todos os que o escutavam, ficassem maravilhados! A palavra “SAUDADE”, Banzo converteu-a em FELICIDADE e nunca mais se sentiu só e todos os habitantes da cidade, desde esse dia, o queriam escutar.  
 
Por fim, contadora trouxe-nos a história “Ailé! Ailé! de José Fanha, Daniel Completo e Cristina Completo. Fez-nos uma bela viagem pelas canções de Zeca Afonso ao longo dos tempos, fazendo uma singela homenagem a esse grande cantor, autor e músico que nos deixou um vasto espólio para revisitarmos sempre que o quisermos recordar. E foram momentos muito prazerosos quando todos os presentes se juntaram à contadora. Cantaram e recordaram as fantásticas melodias, foi deixado o convite para próximas visitas.
 
Feitas as despedidas, com amizade e carinho… até à próxima amigos!!


Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 09 de julho | 2025
 
Na tarde de dia 08, o sol bem quente, acalentou os corações dos nossos amigos, utentes da ARPICA.
A nossa contadora de histórias convidou os nossos amiguinhos utentes para ouvirem a história do “Macaco do rabo cortado” num espaço bem agradável e fresquinho.
 
A história repetiu-se, sempre vaidoso, de tanto querer ficar bem, acabou por pedir ao barbeiro para lhe cortar o rabo! E como doeuuuu, uiiiiiiiiii. 
Mas logo de seguida arrependeu-se… e foram muitas as peripécias para conseguir recuperar o rabo, muitas trocas e baldrocas, muita confusão. 
 
No final o macaco fugiu e o povo cantou, também com a ajuda dos nossos amigos e com o som de alguns instrumentos.
"És macaco abelhudo
Que quer tudo
Que do rabo fez navalha
Da navalha fez sardinha
Da sardinha fez farinha
Da farinha fez viola
E agora deu à sola
Lá para cima do telhado
Onde vai ficar sentado
A tocar pim-per-lim-pim-pim 
Que ninguém o quer assim!
Ahahahahah!!!"
 
No final, mergulharam no baú das suas memórias, as antigas profissões comparando-as com as atuais. Muito obrigado pela vossa visita, até à próxima, com muita saúde!


Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 10 de abril | 2025
 
No dia 10 de abril, a Biblioteca Municipal de Alpiarça voltou a encher-se de memórias e partilhas com a atividade Conto-vos um conto... contem-nos um conto também!
 
Revisitámos as histórias O Velho da Montanha e O Coelho, o Escuro e a Lata de Bolachas, desta vez com um novo propósito: criar pontes entre gerações, lembranças e afetos.
 
Com esta iniciativa, procuramos fomentar a partilha de vivências e memórias de outros tempos, que se entrelaçam com as narrativas lidas pela contadora de histórias, estimulando a memória e fortalecendo os laços entre gerações
 
Entre sorrisos, surpresas e recordações despertas, abrimos espaço para escutar e valorizar histórias de vida que ecoam nas páginas dos livros e nos corações de quem as ouve e partilha.
 
Agradecemos a presença e o envolvimento de tod@s nesta experiência tão especial. Que venham mais encontros assim, onde cada conto chama outro e a memória se faz viva!

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Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 13 de fevereiro | 2025

No dia 13/02, a sessão "Conto-vos um conto… contem-nos um também" juntou o público sénior da Fundação José Relvas e da ARPICA para um momento de troca de histórias e vivências, onde, além da história principal, houve tempo para dois contos da tradição oral: A Vergonha e a Água e O Zé Manel.


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Conto-vos um conto, contem-nos um também! | 16 de janeiro | 2025

Foi com o sempre maravilhoso conto do “Zé Manel” que a contadora iniciou mais esta sessão para os nossos amigos, utentes Fundação José Relvas e da ARPICA. Nesta tarde fria de inverno, rapidamente aqueceram com este conto de São Tomé e Príncipe, em que o pássaro da consciência (pássaro de Deus) por mais que avisasse o Zé Manel ele nunca deixou de fazer o que bem lhe apetecesse! Começando por fugir à escola para ir brincar.
 
Todos os nossos amigos ajudaram a contadora a avisar o Zé Manel e bem alto!:
“Vai prá escola Zé Manel”;” É bem feito Zé Manel”; “Corre Zé Manel”; “Tu és burro Zé Manel!”.
Na verdade, era só o pássaro da consciência a falar para o Zé Manel à escola não mais faltar.
 
De seguida, escutaram e cantaram, exercitando o seu imaginário ao som das onomatopeias poéticas da “Locomotiva” UFFF, UFFF que calor! PUFFF, PUFFF que calor!...
Para finalizar, entoou-se uma animada lenga-lenga “A Casa que o Pedro fez”, que acabou por ser um pequeno exercício de ginástica, o que ajudou a aquecer um pouco mais.

 

Muito obrigado amigos pela vossa visita, até à próxima, com muita saúde!

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