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Lançamento do livro "Tudo o que a Primavera me ofereceu" de Maria Lucinda Agostinho

 
Evento integrado nas Comemorações do Dia Internacional da Mulher, Dia Mundial da Poesia, que irá ter lugar no dia 21 de Março de 2022 (Segunda-feira), Dia Mundial da Poesia, pelas 21h00 no Auditório Mário Feliciano na Biblioteca Municipal de Alpiarça.
 
Compareça!



Maria Lucinda Agostinho
 
Sei o que sou e serei: - uma aprendiza de poesia! No entanto, ela de há muito que me dominou. Entrou, instalou-se na minha alma e passou a ser a minha arte preferida. Escrevi o meu primeiro poema aos 12 anos, se nessa idade se possa considerar que escrevi poesia. Mas sei que brotou naturalmente do meu ser, como a água pura de uma fonte. Desde então, tudo o que tenho escrito é coisa minha e guardada muito bem guardada. Sei que estou e estarei sempre apaixonada pela poesia, pelo que chegou a altura de a deixar voar para fora das folhas escritas durante tantos anos.
 
A poesia é inspiração e percepção do sentimento próprio e do próximo, pelo que a poesia é património comum que vai muito para lá das palavras que rimam e dão sentimento a um verso, ou estrutura a um poema.
 
Poesia é aquilo que sou e tudo o que me rodeia, é vida, é primavera, é natureza, mas também pode ser cada uma das estações do ano, porque não há dois momentos iguais e a nossa natureza humana é complexa. Por isso, só podia estar comprometida com ela, ou, o que é o mesmo que dizer, estar atenta ao que me rodeia, me toca e que não consigo deixar de transmitir na forma simples de uma poema.

Excerto do prefácio, pelo Maestro José dias
 
Inquieta e inconformada, foi assim que conheci esta personagem algo livre de convenções sociais.
 
Sempre aberta ao desconhecido, ávida de conhecimento; nas aulas de música que frequentava na Escola de Música da SFA de Alpiarça, que me ajudou a criar, apresentava-se feliz sem motivo aparente e, segundo Drummond de Andrade, essa é a mais autêntica forma de felicidade. 
 
[...] Mulher sofrida pela incompreensão de terceiros, mas espécie adorável de poesia eterna, a Maria Lucinda apresentou-me a sua família. Como mãe criou as suas filhas não desligando a força maternal e, pelo que pude observar, para que em cada um dos seus corações houvesse uma janela para outros corações. 
 
Ao ler a sua obra, no virar de cada página, sentia a sua incapacidade para conter segredos, acabando por dizer na escrita o que queria guardar só para si. 
 
Se me pedissem para falar dela, diria: leiam-na, a sua vida está nos seus poemas!   
 
 
 
 
 
 
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